A Central de Serviços não é um processo da ITIL - é uma função. É muito importante esta diferenciação entre o que é um processo e o que é uma função. Uma função é um grupo ou uma área da empresa que executa uma determinada atividade. A Central de Serviços nada mais é do que uma área que reúne um grupo de atendentes com a função de prestar suporte aos usuários.
O Gerenciamento de Serviços de TI está criado em torno da entrega de níveis de serviços estabelecidos aos usuários finais, para isto é necessário ter uma área com o foco de:
==> Dar suporte aos usuários à medida que eles requerem ajuda para o uso dos serviços de TI.
==> Monitorar o cumprimento dos níveis de serviços estabelecidos. O Gerenciamento do nível de serviços é um habilitador de negócio primordial para esta função.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Principais benefícios do gerenciamento de serviços de TI
Os principais benefícios gerados pelo gerenciamento de serviços de TI são:
a) Melhor qualidade no serviço, com um suporte mais confiável;
b) Segurança e confiança na continuidade dos serviços de TI, aumentando a habilidade para restaurar os serviços quando houver necessidade. Se sabemos que qualquer parada em um serviço gera perdas financeiras, então, ao conseguir uma maior disponibilidade dos serviços o negócio deixará de perder dinheiro com as paradas de TI;
c) Visão mais clara da capacidade atual de fornecimento de serviços;
d) Fornecimento de informações gerenciais para acompanhamento do desempenho, possibilitando traçar melhorias;
e) A equipe de TI mais motivada: conhecendo a carga de trabalho é possível gerenciar melhor as expectativas;
d) Aumento da satisfação dos clientes e usuários: com a TI entregando serviços com mais qualidade e rapidez;
e) Redução de custos: a partir do melhor planejamento e controle dos processos internos é possível otimizar os custos operacionais;
f) Aumento da agilidade e segurança para realizar as mudanças propostas pelo negócio com os processos definidos e controlados é mais fácil implementar várias mudanças simultaneamente.
a) Melhor qualidade no serviço, com um suporte mais confiável;
b) Segurança e confiança na continuidade dos serviços de TI, aumentando a habilidade para restaurar os serviços quando houver necessidade. Se sabemos que qualquer parada em um serviço gera perdas financeiras, então, ao conseguir uma maior disponibilidade dos serviços o negócio deixará de perder dinheiro com as paradas de TI;
c) Visão mais clara da capacidade atual de fornecimento de serviços;
d) Fornecimento de informações gerenciais para acompanhamento do desempenho, possibilitando traçar melhorias;
e) A equipe de TI mais motivada: conhecendo a carga de trabalho é possível gerenciar melhor as expectativas;
d) Aumento da satisfação dos clientes e usuários: com a TI entregando serviços com mais qualidade e rapidez;
e) Redução de custos: a partir do melhor planejamento e controle dos processos internos é possível otimizar os custos operacionais;
f) Aumento da agilidade e segurança para realizar as mudanças propostas pelo negócio com os processos definidos e controlados é mais fácil implementar várias mudanças simultaneamente.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
ITIL V2 - Relacionamento entre processos
Apresentarei abaixo, o relacionamento entre processos da ITIL V2.
1. O Gerenciamento de Configuração:
- Este processo gera informações para o processo de GERENCIAMENTO FINANCEIRO para os serviços de TI, para poder realizar a contabilização de gastos sobre os ativos de TI. O item de configuração pode ser um ativo que tem valor e depreciação.
- O Gerenciamento da COntinuidade dos serviços de TI usa informações do BDGC para considerar os componentes (itens de configuração) no plano de continuidade de TI.
- O Gerenciamento de Disponibilidade levanta os riscos relacionados à disponibilidade com base nos itens de configuração relacionados a um serviço.
- O Gerenciamento de Mudanças é o processo que irá informar ao Gerenciamento de Configuração que algum item sofreu alteração. Também o Gerenciamento de Mudança utiliza informações do BDGC para avaliação de impacto na mudança. Não é aconselhável implementar o Gerenciamento de Configuração sem ter o Gerenciamento de Mudança.
2. O Gerenciamento de Mudança:
Este processo tem relacionamento muito próximo com o processo de Gerenciamento de Configuração para levantar os impactos da mudança. O Gerenciamento de Liberação conclui a mudança. É este processo que planeja e executa as implementações de mudança no ambiente de produção através de liberações (versões) de software ou de hardware.
3. O Gerenciamento de Liberação:
Este processo depende do processo de Gerenciamento de Mudança. Utiliza o BDGC do Gerenciamento de Configuração para registrar as liberações que são instaladas no ambiente de produção.
4. O Gerenciamento de Incidente:
Este processo deve funcionar em conjunto com os processos de Gerenciamento de Problema e Gerenciamento de Mudança. O Gerenciamento de Configuração mantém o BDGC, que fornece informações importantes para realizar análise de impacto e identificar soluções de contorno.
5. O Gerenciamento de Problema:
Este processo necessita ser implantado após o processo de Gerenciamento de Incidente.
6. O Gerenciamento de Nível de Serviço:
É necessário já ter os processos de suporte implementados para suportar os Acordos de Níveis de Serviço:
Observações:
É muito importante saber quais os processos são implemetados em conjunto:
a) Gerenciamento de incidente e problema;
b) Gerenciamento de Mudança e COnfiguração;
c) Gerenciamento de Mudança e Liberação.
1. O Gerenciamento de Configuração:
- Este processo gera informações para o processo de GERENCIAMENTO FINANCEIRO para os serviços de TI, para poder realizar a contabilização de gastos sobre os ativos de TI. O item de configuração pode ser um ativo que tem valor e depreciação.
- O Gerenciamento da COntinuidade dos serviços de TI usa informações do BDGC para considerar os componentes (itens de configuração) no plano de continuidade de TI.
- O Gerenciamento de Disponibilidade levanta os riscos relacionados à disponibilidade com base nos itens de configuração relacionados a um serviço.
- O Gerenciamento de Mudanças é o processo que irá informar ao Gerenciamento de Configuração que algum item sofreu alteração. Também o Gerenciamento de Mudança utiliza informações do BDGC para avaliação de impacto na mudança. Não é aconselhável implementar o Gerenciamento de Configuração sem ter o Gerenciamento de Mudança.
2. O Gerenciamento de Mudança:
Este processo tem relacionamento muito próximo com o processo de Gerenciamento de Configuração para levantar os impactos da mudança. O Gerenciamento de Liberação conclui a mudança. É este processo que planeja e executa as implementações de mudança no ambiente de produção através de liberações (versões) de software ou de hardware.
3. O Gerenciamento de Liberação:
Este processo depende do processo de Gerenciamento de Mudança. Utiliza o BDGC do Gerenciamento de Configuração para registrar as liberações que são instaladas no ambiente de produção.
4. O Gerenciamento de Incidente:
Este processo deve funcionar em conjunto com os processos de Gerenciamento de Problema e Gerenciamento de Mudança. O Gerenciamento de Configuração mantém o BDGC, que fornece informações importantes para realizar análise de impacto e identificar soluções de contorno.
5. O Gerenciamento de Problema:
Este processo necessita ser implantado após o processo de Gerenciamento de Incidente.
6. O Gerenciamento de Nível de Serviço:
É necessário já ter os processos de suporte implementados para suportar os Acordos de Níveis de Serviço:
Observações:
É muito importante saber quais os processos são implemetados em conjunto:
a) Gerenciamento de incidente e problema;
b) Gerenciamento de Mudança e COnfiguração;
c) Gerenciamento de Mudança e Liberação.
As qualificações necessárias a um CIO global
O conhecimento de diversas áreas de negócio da companhia sobrepõe a experiência internacional na lista de requisitos buscados pelas organizações na hora de contratar o gestor mundial de TI
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Como construir sua imagem na corporação
Especialista em carreira cria um guia com cinco questões que os CIOs precisam fazer antes de apresentações, palestras e reuniões, com o intuito de comunicar-se da forma mais efetiva possível com cada um dos públicos
Maryfran Johnson, editora-chefe da CIO/EUA
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Maryfran Johnson, editora-chefe da CIO/EUA
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